quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

poema sem título número 1


Preso num labirinto sem paredes:
Teu corpo.
O vento sopra forte:
Corro.
Na tua cabeça
Um oceano.
No teu peito
Um deserto
No qual me afogo.
"De repente da calma fez-se o vento
Declaro óbito do sentimento que nomeei paz
Que dos olhos desfez a última chama
Aqui jaz.
E da paixão fez-se o pressentimento
Numa efêmera eternidade
E do momento imóvel fez-se o drama."
Vive o cadáver da tranquilidade.
Tudo repousa na serenidade dos teus olhos

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